20 octobre, 2007

O preço da vaselina vai aumentar

Classé dans : Y asi pasan los dias... — jorgenobre @ 19:37

Manchete do Yahoo:

Sociedade britânica ainda é dividida em classes

Ué? Não era para ser não? Eles alcaçaram já o comunismo e eu não sabia? (Mesmo que sim, bela merda: nós já alcançamos a anarquia há muito tempo).

Como sempre, a manchete diz uma coisa e a matéria outra. O problema não é as pessoas serem divididas em classes sociais. É que elas julgam e são julgadas de acordo com as classes a que pertencem. A reportagem começa: « Apesar de mais de dez anos de Trabalhismo, a sociedade britânica continua dividida em classes, revela uma pesquisa publicada hoje pelo jornal ‘The Guardian’. » (E podia ser outro?)

Y asi pasan los dias… Se preconceito racial é problema sexual do Estado, se preconceito religioso é problema sexual do Estado, se preconceito sexual (e por orientação sexual, como dizem) é problema sexual do Estado - por que preconceito social não seria problema sexual do Estado?

Well.

O pior dessa história é que logo vai ter disso no Brasil também. Importamos tudo de ruim que fazem na Europa e na América.

A esquerda é especialista em aumentar os problemas sexuais do Estado.

E o Estado sempre resolve seus problemas sexuais fodendo a bunda do povo.

15 octobre, 2007

Cinema

Classé dans : Les Plaisirs et les Jours — jorgenobre @ 14:36

É fácil ver se um filme presta ou não.

É só pensar em Ingrid Bergman, em Judy Garland, em Ginger Rogers, em Audrey Hepburn, em Greta Garbo ou em Olivia de Havilland e se perguntar: « Elas estariam bem nesse filme? »

Se a resposta for não, então a única coisa a fazer é se levantar e lamentar o dinheiro gasto e o tempo perdido. O bom de filmes brasileiros é que eu já sei que não vale a pena arriscar. O cinema brasileiro tem essa qualidade.

10 octobre, 2007

Puxa Vida!

Classé dans : Le moins imparfait de tous les mondes imparfaits — jorgenobre @ 15:56

Eu queria inaugurar o album de fotos com o São Paulo campeão. Mas…

Puxa Vida! dans Le moins imparfait de tous les mondes imparfaits bww4coverbw450

Bem, foi um grande espetáculo. Valeu.

9 octobre, 2007

Um tiro no pé

Acabou a onda dos livros didáticos, ou arrefeceu? Blogueiro, acho que o que não sai em blogs não existe. É tão chata a mídia « séria »! Mas tem muita gente que confunde seriedade com chatice. E eu estou com saudades do DGR!

Well.

A  mim não interessa a qualidade do ensino. Seja ele bundamental, merdio ou universiotário. (Thanks, Ruy Goiaba). Seja público, privado ou latrino. Isso não me interessa mais.

Eu já posso ser marajá – ao contrário do Lula e do Olavo, tenho diploma.

Eu não sei se vale a pena fazer concurso. Por um lado, nove mil por mês (sem contar o plano de Carreiras, José Carreiras) é uma boa – vejam, vivendo como se da opus dei fosse, mas sem pagar dizimo (nunca sou tão ateu quanto na hora do dizimo), gasto menos de mil por mês. Um marajá ganha 10 mil no mínimo. Então, sobram nove. Em um ano, junto 120 mil no mínimo. Em oito ou nove anos, dá para montar minha livraria nas Filipinas, em Botsuana, na Macedônia, em qualquer país onde o povo leia mais que no Brasil – duvido que seja difícil de encontrar.

Por outro lado o Espertinho Analgésico pode virar meu chefe. E ele me sacaneia no estágio probatório. Merda de lei 8.112! Pior que ela, só mesmo a lei de Murphy!

Mas como eu ia dizendo, não me interessa se Reinaldo Azevedo ou Ali Kamel estão ou não lutando por um ensino público de qualidade. Deveria interessar à suposta esquerda democrática, o Espertinho, o Idelber, o Alon e tudo o mais. Eles que deveriam se interessar, e apoiar Reinaldo e Ali. Eles sim, eu não.

Porque, vejam: A esquerda quer um estado que corrija os defeitos do mercado (o que a esquerda considera defeitos) e promova nosso crescimento econômico e a tal da « justiça social »? Ou não quer?

Mas como conseguirá isso sem boas escolas?

É que um Estado grande e competente, o Estado ideal para o socialismo democrático, precisa de funcionários honestos e competentes, em numero razoável.

De onde eles virão? Hein? De onde vocês acham que virão esses funcionários?

Não do Brasil. Não do povo brasileiro. Não enquanto nossas escolas forem a merda que são. Não com livros como “Nova História Crítica”, de Mario Furley Schmidt, indicados pelo MEC.

Entendem? É uma questão levar a sério o próprio programa. Um esquerdista social-democrata quer que o Estado corrija as falhas do capitalismo? Mas como será sem funcionários competentes? E como arranjará funcionários competentes se nosso ensino bundamental é uma bosta, nosso ensino mérdio outra bosta e nosso ensino universiotário é a bosta mais fedorenta de todas?

Para a social-democracia funcionar, é preciso bons funcionários. É obvio que nossas escolas têm que melhorar e muito, para produzir bons funcionários. E é obvio que lixos como o livro do Schmidt não melhorarão nossas escolas.

Vejam o tal apagão aéreo. Falta pessoal competente nesse setor, como em muitos outros. É uma das principais causas do tal apagão.

Porque quem estudou em escola que adota (ou é obrigada a isso pelo MEC) o lixo do Schmidt como livro didático, esse não pode ser um bom funcionário público, como não pode ser bom em nenhuma profissão decente. Não pode, não pode, e não pode.

Um esquerdista social-democrata sério diria isso: “O Ali Kamel e o Reinaldo Azevedo fizeram seu trabalho como jornalistas e mostraram uma das razões do nosso ensino ser tão ruim é o proselitismo dos livros didáticos, agora temos que dar um jeito para que lixos como o livro do Schmidt (há muitos outros livros por aí, tidos como “didáticos”, tão ruins ou piores) não estraguem a instrução dos nossos jovens e nossas crianças – isso se quisermos bons funcionários públicos, o suficiente para o Estado promover o progresso econômico e social.”

Mas cadê que nossos esquerdistas social-democratas são gente séria!

O que eles fazem é defender o lixo do Schmidt, atacando seus críticos. Logo, eles não se importam se nossas escolas são as piores do mundo. Logo, eles não se importam se faltar funcionários competentes para o regime social-democrata que eles querem (dizem que querem, dizem) implantar. Lendo essa gente, a impressão que se tem é que nas nossas escolas não há problema nenhum, que elas estão funcionando muito bem, e que o Ali Kamel e o Reinaldo Azevedo atacaram gente séria que faz um bom trabalho.

Eu duvido que eles, os social-democratas, acreditem nisso a sério. Duvido.

Em todo caso, se depender dos nossos progressistas as nossas escolas não vão melhorar. E se depender, e depende, das nossas escolas não haverá funcionários competentes para a social-democracia funcionar. Quando eles defendem o lixo do Schmidt (ou atacam seus críticos, o que é a mesma coisa) estão dando um tiro no próprio pé.

Repito: para mim isso é indiferente. É até melhor, diminui a qualidade de meus concorrentes ao cargo de marajá! Se eles, os social-democratas progressistas, forem, err, “vitoriosos” e convencerem o MEC a não dar ouvidos a gente como Reinaldo Azevedo ou Ali Kamel, isso será um problema grave para todos, mas maior ainda para eles. Eu não quero social-democracia nenhuma, como não quero nenhum tipo de socialismo. E quanto mais incompetentes forem os funcionários públicos, mas rapidamente o socialismo se desmoralizará, mais facilmente se poderá enganar o controle estatal sobre o mercado. Eu quero mais é que lixos como o livro do Schmidt sejam nossos livros didáticos. Seria até melhor para fazer concurso público, se a prova for baseada no lixo do Schmidt. Eu riria do começo ao fim, e ninguém esquece uma boa risada. Nem teria o trabalho de decorar: seria um prazer.

6 octobre, 2007

Meme

Classé dans : Blogs — jorgenobre @ 22:27

O mais próximo? É “A Tragédia de um Povo”, de Orlando Figes. E a frase é: “Enquanto no ocidente os operários mais velhos dispõem de pensão, o que nossas trabalhadoras podem esperar de melhor é passar seus últimos dias como serventes de banheiro”. Tá bom, Nariz?

 

Os outros cinco (desculpem, são as regras) premiados são o Marcos Matamoros, o Adriano Correa, a Vick Valquíria, a Lele Carabina e o Ed Setentia.

 

Aliás, são estas as regras:

 

1ª) Pegar um livro próximo (PRÓXIMO, não procure);
2ª) Abra-o na página 161;
3ª) Procurar a 5ª frase completa;
4ª) Postar essa frase em seu blog;
5ª) Não escolher a melhor frase nem o melhor livro;
6ª) Repassar para outros 5 blogs.

 

Et Bonne Chance!

Bonjour tout le monde !

Classé dans : Y asi pasan los dias... — jorgenobre @ 20:54

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