27 mars, 2010

Le droit de grève et la nausée – ma nausée

Sabem, às vezes grevistas fazem baderna e são presos.

Os jornais poderiam dar a manchete assim: « Bardeneiros são presos pela polícia ».

Ao invés, eles dão assim: « Policia prende X em greve », onde X são os profissionais que aderiram ao que chamam « movimento ». Podem ser professores, funcionários, médicos, motoristas de ônibus, operários, ou até estudantes, que não são profissionais (pelo menos não deveriam ser).

Os brasileiros não gostam de chamar as coisas pelo nome certo, quando isso pode significar sair de cima do muro. Os esquerdosos perceberam e jogam com isso com maestria.

É claro que o certo sempre seria noticiar como no primeiro exemplo. Pelo simples fato que a policia não prende (não nesse caso) quem está em greve. Prende quem faz baderna.

Tanto que só os bardeneiros são presos. Quase sempre.

Mas os jornais não chamam os presos de bardeneiros. Quase nunca.

Náusea. É o que sinto. Náusea.

19 mars, 2010

É Ululante!

Classé dans : Le moins imparfait de tous les mondes imparfaits — jorgenobre @ 0:04

Les marchés sont évidemment imparfaits, aucun économiste libéral n’en doute. Mais, de cette imperfection du marché libre , on ne peut pas décemment conclure en la perfection de l’intervention publique.

Quando um homem com a inteligência de Guy Sorman precisava explicar algo tão simples e tão óbvio para o público, a sensação que tenho é uma mistura de nojo e profunda depressão. E lembrem-se que o público francês é um dos mais inteligentes do mundo. Não tanto por mérito próprio, mas principalmente porque o nível dos demais é de chorar!

9 mars, 2010

Eurargentina

Sabem aquele blogueiro que o Rafael, o Paulo e o Nemerson um dia linkaram e depois nunca mais leram?

É, o Constantino.

Bem, eu leio. E ele escreveu um bom artigo chamado A Cigarra Doente:

E o tempo de ajustes dolorosos para os europeus chegou. O aumento na quantidade de “direitos” oferecidos pelos governos europeus aos seus eleitores foi impressionante nas últimas décadas. Para financiar tais promessas, a carga tributária já subiu a patamares assustadores, fazendo com que um típico europeu tenha que trabalhar quase a metade do ano apenas para pagar impostos. A rigidez das leis trabalhistas, na ingênua crença de que garantiriam segurança aos trabalhadores (já empregados), engessou a economia, dificultando a demissão e, portanto, a contratação de pessoal. Os governos encontraram, como única alternativa para honrar seus gastos excessivos, a opção de emitir dívida. O endividamento desses governos em relação às suas economias chegou a graus insustentáveis em alguns casos.

E essa história europeia é a história da Argentina depois de Perón. Economica, pelo menos. Os europeus tem mais maturidade política que os argentinos, uma educação melhor, e herdaram uma economia mais variada também, ao contrário de Los Hermanos, que dependiam da exportações de trigo e carne para manterem seu alto padrão de vida. Esses fatores retardaram a argentinização da Europa. Mas não a impediram. E nem impedirão, enquanto os europeus não mudarem sua mentalidade, profundamente anti-capitalista. Não mudarão. A Europa será uma Argentina com munumentos melhores. E não vai demorar muito. Antes de vermos a Eurábia, veremos a Eurargentina.

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