29 août, 2008

Pio Moa, excelente!

Los ingenuos esperan que los embusteros se callen ante las evidencias puestas ante sus narices, pero la experiencia demuestra lo contrario: imposibilitados para argumentar, recurren a la injuria y el ataque personal. También suelen afirmar los ingenuos que « nadie se cree unos insultos vacíos », y los injuriantes « se desacreditan ellos solos ». Nada más lejos de la realidad. Un sector del público disfruta con tales baladronadas. Otro, mucho más amplio e ignorante del fondo del asunto, se siente impresionado por la pose de dignidad herida, el gesto de moralidad ofendida con que acompañan los embusteros sus gritos provocadores (« alguna razón tendrán », piensan). Y muchos más, intimidados, prefieren callarse y dejar abandonada a la víctima. De este modo la razón queda frecuentemente anulada.

Mas eu discordo um pouco do Pio Moa: não é só ingenuidade. É bundamolismo, também. E canalhice, em alguns casos.

28 août, 2008

Relaxe, Costa, Relaxe…

Classé dans : Blogs,Polí­tica para quem precisa de polí­cia — jorgenobre @ 23:39

Nesse sentido, é muito apropriado chamar o fascismo de nacional-socialismo. Meu medo é que muitos jovens brasileiros já sejam fascistas sem perceber.

Não precisa ter medo, Costa. Eles são. Pode ter certeza absoluta disso.

27 août, 2008

Quem conta um conto aumenta um post

Classé dans : Blogs,Hommage à  DGR,Les Plaisirs et les Jours — jorgenobre @ 19:19

É que eu vi esse post do Câmara e me lembrei do Silva. Daí, fui ao Silva e ele tem novos links.

26 août, 2008

Talleyrand

CHARLES X (p. 215)

Je dirai peu de choses du Comte d’Artois, devenu Charles X.

Malgré les leçons de l’exil, il se serait chargé seul de justifier l’opinion d’Alexandre sur l’incapacité des Bourbons. Depuis trente ans, ils n’ont rien appris ni rien oublié, ils sont incorrigés et incorrigibles. Aussi, à propos de la candidature au trône de Belgique d’un prince de la maison d’Autriche, j’ai dit à lord Palmerston et à lord Grey: «Ce serait une Restauration, et tous devez vous souvenir d’une parole de M. Fox, que j’ai oubliée il y a quinze ans: «La pire des révolutions, c’est une restauration

Mais, comme dit la chanson sur le Roi-chasseur:

Charles dix n’aime que les bêtes,
Ses ministres sont heureux.

Il (p. 216) faut bien se garder de prendre l’entêtement pour la volonté. Charles X était entêté, ce qui est l’infaillible signe de la faiblesse de caractère. Du reste, il n’y allait pas par quatre chemins quand on voulait le contrecarrer: «Un roi qu’on menace n’a de choix qu’entre son trône ou l’échafaud

Si j’avais été son ministre, j’aurais pu lui rappeler qu’il y avait encore la chaise de poste.

http://www.gutenberg.org/files/20564/20564-h/20564-h.htm 

Este é o contexto em que foi dita a celebre frase sobre os Bourbons. Citada pelo Bruno Garschagem nesse bom artigo sobre o que está acontecendo com a Europa, a Rússia, e um pouco com o Oriente « Mérdio ».

Alias, no começo de suas memórias Talleyrand diz o seguinte: On a fait de moi un diseur de bons mots. Je n’ai jamais dit un bon mot de ma vie; mais je tâche de dire, après mûre réflexion, sur beaucoup de choses, le mot juste.

É de se impressionar a modéstia de tantos que têm muitas razões para serem imodestos natos.

21 août, 2008

A seleção feminina jogou com a macheza que faltou à masculina.

Classé dans : Y asi pasan los dias... — jorgenobre @ 19:17

« Ele se veste como um “Club Kid” e treina como um gato assustado ». Eis o Dunga, o treinador (o jogador merece respeito), em poucas palavras.

Uma das diferenças entre nazismo e comunismo

No caso do comunismo, você tem obrigação de dizer que há alguma coisa boa nele.

No caso do nazismo, isso é proibido.

Enquanto isso, mais uma prova que o nazismo era mesmo de esquerda.

16 août, 2008

Tartarugas Ninjas* Mutantes Medalhistas

Classé dans : Le moins imparfait de tous les mondes imparfaits — jorgenobre @ 1:03

Vocês se lembram da sopa de tartaruga? Era a dieta das supernadadoras chinesas. Que viveram seus dias de glória nos anos 1990s. Durou até novos exames antidoping serem criados e aplicados. E então, as recordistas mundiais da natação chinesa foram para o ostracismo. E levaram a tal sopa de tartaruga com elas. Um resuminho dessa história está aqui, quem quiser saber mais que pegue os nomes citados e google neles!

É que acontece o seguinte: enquanto escrevo (e a diferença deve aumentar nas próximas horas), a China está com 26 medalhas e os EUA com 14. Não será a “sopa de tartaruga” que está fazendo a diferença? Claro, eu não encontrei nenhum cronista esportivo que tenha pensado nisso – nem como hipótese. Todos estão babando com o sucesso chinês.

Eu duvido que todas as medalhas chinesas tenham sido limpas – mesmo que não sejam sujas de outro jeito

 

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* Ninja é coisa de japonês, na verdade.

11 août, 2008

Liens

Classé dans : Blogs,Les Plaisirs et les Jours — jorgenobre @ 18:38
  1. Polêmica já foi outra coisa! Aqui está a carta de Voltaire a Rosseau e aqui está a resposta (fraquinha) de Rosseau a Voltaire.
  2. Agora, com Fábio Danesi Rossi, Alexandre Soares Silva e César Miranda, os Apostos são o melhor portal da internet. (muito atrasado, eu saudo novos links do Silva). Ainda espero pelo portal que pegue todos os bons blogs com blogspot no nome (eles são bloqueados onde trabalho). Eu contei, são 38. Já dá um portal de bom tamanho – e qualidade.
  3. Devo dizer que muitos são meus links agora. Por uma razão: Eu percebi que o Silva e o Avólio têm bom gosto para links e peguei os deles todos. Há exceções, é claro, e algumas delas eu mesmo já peguei. Mas a maioria dos bons blogs que existem estão com um ou com outro.
  4. E que tal A morte de Lincoln em inglês e em francês?
  5. Oui, bien sûr : Adriano Correia
  6. Oui, bien sûr : Janaína Leite
  7. Oui, bien sûr : Dicta & Contradicta.
  8. Oui, bien sûr : Heitor De Paola.
  9. Oui, bien sûr : Carlos Alberto Montaner.
  10. Oui, bien sûr : Axess.
  11. Le futur, c’est tout de suite. (Eu sou o único brasileiro a linkar o Guy Sorman! Tenho esse orgulho!).
  12. Um blog tão bem escrito sobre os restaurantes brasileiros lembra-me o que disse Henry James sobre Madame Bovary: não se deveria escrever com tanta arte sobre adultérios caipiras.
  13. Aqui está um Meme, que o Cleber Corrêa passou para o Ed e o Ed não passou para ninguém. Eu peguei, respondi lá mesmo, e passo para quem quiser.
  14. Esta entrevista, um dos melhores trabalhos do Janer, ganhou uma versão em inglês, aqui e aqui.
  15. « Da história da Rússia eu li a obra de Karamzine, a História da Revolução Russa de Trotsky e a de Suzhanov (Trotsky cita desdenhosamente Suzhanov, « como diz o historiador menchevique », mas notem, Trotsky nunca o contradiz), e A Russia em 1839, do Marques de Custine. Li muito mais, mas foi principalmente isso o que ficou. Trotsky eu não vou explicar quem é. Suzhanov foi um dos maiores intelectuais mencheviques, expulso pelos bolcheviques, que escreveu muitos livros sobre a Rússia (sua História da Revolução Russa é a melhor que eu li, melhor que a de Trotsky). O Marques de Custine era um homossexual muito sem vergonha, o que não tem nada demais, mas ele gostava do chamado sexo Hard-Core, ou o « Da Pesada », e era comum que ele fosse encontrado em alguma sarjeta, todo ensangüentado e nu (uma vez sem um dedo). Muitos nobres e comuns compartilhavam de suas preferências, mas uma pessoa da posição do Marques precisava evitar o escândalo. Ele terminou se amigando com um nobre inglês e passou a se dedicar à literatura. Eu li seu livro sobre a Rússia de uma sentada. É uma obra simples, que se lê como se fosse uma grande fofoca. Mas quando terminei a leitura senti uma sensação de mal-estar, e uma grande depressão. É essa gente que Gorbatchev que civilizar? »

Isso quem disse foi o Paulo Francis, cito de memória. Pois não é que no mês passado o projeto Gutenberg resolveu publicar on-line o livro do Marques de Custine? Volume 1 aqui, volume 2 aqui. Foi um amigo que me avisou, bom amigo. Pelo menos um prazer eu já tive: me lembrei do Francis.

 

6 août, 2008

Reagan said…

The Soviets recoiled each time Solzhenitsyn’s words were broadcast in the West. A striking case that enraged them twice over was when his words were (spiritually) employed inside the USSR by the visiting American president. This occurred on May 30, 1988 at the Moscow Summit, when President Ronald Reagan—who had been quoting Solzhenitsyn since the 1970s—met with Soviet religious leaders at the 700-year-old Danilov Monastery. Reagan said:

There is a beautiful passage that I’d just like to read, if I may. It’s from one of this country’s great writers and believers, Alexander Solzhenitsyn, about the faith that is as elemental to this land as the dark and fertile soil. He wrote: “When you travel the byroads of central Russia, you begin to understand the secret of the pacifying Russian countryside. It is in the churches. They lift their bell-towers—graceful, shapely, all different—high over mundane timber and thatch. From villages that are cut off and invisible to each other, they soar to the same heaven…. [T]he evening chimes used to ring out, floating over the villages, fields, and woods, reminding men that they must abandon trivial concerns of this world and give time and thought to eternity.”

In our prayers we may keep that image in mind: the thought that the bells may ring again, sounding through Moscow and across the countryside, clamoring for joy in their new-found freedom.

The Soviets hated this. For Reagan to invoke Solzhenitsyn inside the USSR was bad enough, but to do so in behalf of religious liberty was galling. They wasted no time blasting this passage in editorials in their government-controlled newspapers. Reagan had dared cite Solzhenitsyn in the House of Lenin, an unacceptable blasphemy to the Gospel of Marx.

Mais, aqui: http://www.frontpagemag.com/Articles/Read.aspx?GUID=09AEB4EB-A798-4364-887C-96EEEEFEB745

1 août, 2008

Mas foi isso mesmo!

Classé dans : Le moins imparfait de tous les mondes imparfaits — jorgenobre @ 19:17

In France, after the First World War, the teachers’ unions launched a systematic purge of textbooks, in order to promote internationalism and pacifism.

Books that depicted the courage and self-sacrifice of soldiers who had defended France against the German invaders were called « bellicose » books to be banished from the schools.

Textbook publishers caved in to the power of the teachers’ unions, rather than lose a large market for their books. History books were sharply revised to conform to internationalism and pacifism.

The once epic story of the French soldiers’ heroic defense against the German invaders at Verdun, despite the massive casualties suffered by the French, was now transformed into a story of horrible suffering by all soldiers at Verdun– French and German alike.

In short, soldiers once depicted as national heroes were now depicted as victims– and just like victims in other nations’ armies.

Children were bombarded with stories on the horrors of war. In some schools, children whose fathers had been killed during the war were asked to speak to the class and many of these children– as well as some of their classmates and teachers– broke down in tears. ( http://www.townhall.com/columnists/ThomasSowell/2008/07/02/does_patriotism_matter )

Todo o respeito ao sábio Professor Sowell, mas ele está errado. E os professores franceses estavam certos. A Primeira Grande Guerra foi realmente um imenso matadouro, e os soldados foram realmente muito mais vítimas que hérois.

Mas numa coisa ele está certo: as verdades ensinadas pelos professores franceses enfraqueceram a França. As mentiras ensinadas pelos professores alemães fortaleceram militarmente a Alemanha. Se os professores franceses ensinassem mentiras patrióticas (admitindo que isso tem alguma influencia) o resultado teria sido uma França tão guerreira quanto a Alemanha. Se os professores alemães ensinassem as verdades antipatrióticas, o resultado teria sido uma Alemanha tão pacifista quanto a França. Então, o ideal seria que todos os professores de todos os países ensinassem a verdade.

Só que o ideal não existe. 

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