30 juin, 2008

De l’audace, toujours de l’audace. Uma lição para o Dunga

Classé dans : Les Plaisirs et les Jours — jorgenobre @ 18:40

Le sacre de l’attaque  

Depuis quatre ans, le sacre surprise de la Grèce à l’Euro 2004, le triomphe italien au Mondial 2006, on s’était quelque peu fait une raison. Le football spectacle avait vécu, place à une nouvelle ère, celle de la rigidité défensive et du contre assassin. Défense d’attaquer, et vous étiez sûrs de gagner. De l’eau a coulé sous les ponts suisses et autrichiens, cet été, et c’est tant mieux, disons-le tout net. De l’attaque en veux-tu en voilà, merci l’Espagne, l’Allemagne, la Russie, les Pays-Bas. Un renversement de tendance ou une révolution ? Trop tôt pour le dire, mais pas pour s’en féliciter, même si la moyenne de buts par match (2,48) égale celle du -triste – Euro 2004.

Italie, France : le système défensif a vécu … et perdu

La Grèce, tenant du titre, n’est même pas parvenue à inscrire ces fameux 2,5 buts en phase de poule (1 seule réalisation). Aux oubliettes, son football ultra-défensif. La France, vice-championne du monde, n’a pas fait mieux, un but, un point. Raymond Domenech, arc-bouté sur les valeurs défensives du système Jacquet, n’a pas senti le vent tourner, mais a parfaitement vu sa défense couler (six buts encaissés en trois matches). Que dire de son adversaire de 2006, qui a péniblement inscrit trois buts en quatre matches ? Roberto Donadoni avait vite abandonné toute velléité offensive pour revenir à une défense stricte et un Luca Toni exagérément seul en pointe, resté muet devant le but. Si cette formule a longtemps fait le succès italien, elle ne suffit plus aujourd’hui. Marcelo Lippi, appelé à la tête de la Squadra Azzura, devra amorcer le changement.

Espagne, Allemagne, Pays-Bas, Russie : de l’audace, toujours de l’audace

Et ce changement, il est venu du Nord comme du Sud. De la prise de risques, du mouvement, à commencer par ce jeu espagnol si caractéristique, fait de combinaisons et de jeu à une touche de balle. De l’audace, toujours de l’audace. Côté allemand, on a davantage misé sur un cocktail de vitesse, de puissance et de technique, héritage de la période Klinsmann, dont Löw se veut l’exégète – sans oublier sa grande efficacité sur coups de pied arrêtés. Les Pays-Bas, la Croatie et le Portugal, en tête de leurs poules, ont de même séduit par leur jeu vif résolument porté vers l’avant, mais la fraîcheur physique leur a sans doute fait défaut pour voir plus loin. La Russie de Guus Hiddink a, elle, offert toute latitude à Andreï Arshavin qui a déployé son rythme et sa technique pour emmener les siens en demi-finale. Comme lui, Ballack, Xavi – élu meilleur joueur de l’Euro – ou Luka Modric ont démontré que les meneurs avaient encore une place majeure à jouer dans le football moderne. Parole d’un expert du poste, pour finir : « Pour ma première grande phase finale comme simple spectateur, j’assiste à des matches fantastiques. Je me régale.» Zinedine Zidane n’a vraiment pas été le seul.

Anne-Sophie Bourdet

http://www.francefootball.fr/FF/breves2008/20080630_125011_le-sacre-de-l-attaque_Dev.html

27 juin, 2008

Aborto é pior que homofobia

Classé dans : Aborto é pior — jorgenobre @ 14:25

Homofobia é o que, para começar? Achar que um gay não presta só por ser gay? Ah, se tem gay que se atinge por isso, pela opinião de um imbecil desses – então que o gay consulte um psicólogo. Se o homófobo quiser negar direitos ao gay, quem tem que consultar um psicólogo é o homófobo – de preferência, um que trabalhe para a polícia. Se o homófobo atentar contra um gay, o que é raro, então que a policia cumpra o seu dever – e proteja o gay tanto quanto protege o resto da população, em um país civilizado (digo « país civilizado » porque no caso do Brasil, todos sabem, se eu desejar que a policia proteja os gays como protege o resto da população – aí sim é que eu estarei sendo homófobo…).

Mas vale o que eu disse sobre o racismo: risco de vida não é inerente a homofobia – e ainda que fosse! Os gays mortos por isso estão para as crianças mortas o que uma gota está para um oceano! Portanto é óbvio que o aborto é pior que a homofobia.

Claro, para os gays crianças mortas não interessa. Eles não terão filhos mesmo. Eles não se preocupam com o futuro. Dizem que o Keynes não se interessava pelo longo prazo porque era gay, portanto não teria filhos. Por isso, não se preocupava com o futuro. Dizem também que ele era a favor de subsídios pelo mesmo motivo: homossexuais, todos sabem, gostam muito de dar.

26 juin, 2008

Os Uruguaios da Ásia

Eu não tenho nada contra os uruguaios. Como poderia ter algo contra um povo que deu ao São Paulo craques como Pedro Rocha e Dário Pereyra?

  

Mas que pena, de uns 20 anos para cá, o Uruguai nada mais é em copas do mundo. Mesmo seus clubes não são mais tão bons quanto eram antes. Alguns jogadores, Francescoli por exemplo, se destacavam até alguns anos atrás. A Celeste Olímpica, coitada, anda una mierda.

  

Eu sentia uma certa falta de uma seleção uruguaia capaz de fazer uma boa campanha. A combinação de muita raça e algum talento é rara, muito rara. E, para o público, vale bem a pena assistir. Quem se empolga com futebol, é claro, sempre acabará torcendo pelo time mais fraco que não se entrega nunca ao mais forte.

  

Só que eu não estou aqui para falar dos uruguaios. Estou aqui para falar dos turcos. Eu deveria festejar a derrota da seleção turca para os alemães racistas, já que sou um reacionário, não? Ainda mais que eu acho que o racismo europeu contra estrangeiros, principalmente muçulmanos, é quase sempre mais do que justo! Lamentar pelos indivíduos que infelizmente nasceram entre os turcos e pagam pelos pecados que não são deles, mas dos outros? Lamento, claro. Eu sei o que é isso que os turcos decentes sofrem – eu não sou brasileiro? Porra, que pena que os bons turcos paguem pela fama justificada de fanáticos ressentidos, incompetentes e potencialmente homicida de quase todos os turcos. E dos muçulmanos em geral. É lamentável que, havendo turcos que não são como seus irmãos de raça e fé, sejam jogados no mesmo esgoto que a maioria dos turcos merece habitar. Alas!

  

O fato é que, se alguém merece algum castigo por isso, com certeza não são os alemães que querem defender sua cultura. Pelos bons turcos, sinto pena. Pelos bons alemães, sinto admiração.

  

Mas o assunto aqui é futebol, não? Sim, é. E sendo futebol, devo dizer que, apesar de preferir mil vezes os alemães aos turcos, eu torci pelos turcos ontem. Eles mostraram como se joga bola, com raça! Eles são os uruguaios da Ásia. Da Ásia, sim, embora disputem o campeonato da Europa. A natureza não será mudada porque uns intelectuais europeus decidiram mudar. Enfim, vivam os uruguaios da Ásia, e que essa seja o começo de uma longa história de vitórias.

23 juin, 2008

O personagem mais anti-brasileiro da história da literatura

Classé dans : Les Plaisirs et les Jours — jorgenobre @ 4:12

Nietzsche, falando do Brutus de Shakespeare:

In praise of Shakespeare.— I could not say anything more beautiful in praise of Shakespeare as a human being than this: he believed in Brutus and did not cast one speck of suspicion upon this type of virtue! It was to him that he devoted his best tragedy—it is still called by the wrong name—to him and to the most awesome quintessence of a lofty morality. Independence of the soul!—that is at stake here! No sacrifice can be too great for that: one must be capable of sacrificing one’s dearest friend for it, and even if he should also be the most glorious human being, an ornament of the world, a genius without peer—if one loves freedom as the freedom of great souls and he threatens this kind of freedom:—that is what Shakespeare must have felt!. The height at which he places Caesar is the finest honor that he could bestow on Brutus: that is how he raises beyond measure Brutus’ inner problem as well as the spiritual strength that was able to cut this knot!— Could it really have been political freedom that led this poet to sympathize with Brutus—and turned him into Brutus’ accomplice? Or was political freedom only a symbol for something inexpressible? Could it be that we confront some unknown dark event and adventure in the poet’s own soul of which he wants to speak only in signs? What is all of Hamlet’s melancholy compared to that of Brutus!—and perhaps Shakespeare knew both from firsthand experience! Perhaps he, too, had his gloomy hour and his evil angel, like Brutus!— But whatever similarities and secret relationships there may have been: before the whole figure and virtue of Brutus, Shakespeare prostrated himself, feeling unworthy and remote:—his witness of this is written into the tragedy. Twice he brings in a poet, and twice he pours such an impatient and ultimate contempt over him that it sounds like a cry—the cry of self-contempt. Brutus, even Brutus, loses patience as the poet enters—conceited, pompous, obtrusive, as poets often are—apparently overflowing with possibilities of greatness, including moral greatness, although in the philosophy of his deeds and his life he rarely attains even ordinary integrity. « I’ll know his humor when he knows his time. / What should the wars do with these jiggling fools? / Companion, hence! »—shouts Brutus. This should be translated back into the soul of the poet who wrote it.

19 juin, 2008

Aborto é pior que casamento gay

Eu fico pensando nas dificuldades em aprovar o casamento gay.

Nos EUA, só nos estados superesquerdistas de Massachusetts e California (eu me recuso a chamar esquerdista de liberal, como fazem os americanos, já que os esquerdistas são inimigos da liberdade) o casamento gay é permitido. Mas lá o aborto é permitido em todo o país (em alguns estados há mais « dificuldades técnicas » que em outros – se me entendem).

No mundo inteiro, é mais fácil encontrar paises que permitem o aborto que o casamento gay. Há até paises que perseguem os gays mas permitem o aborto.

Por mim, claro, casamento seria um problema dos casais, e só (se quisessem a benção de alguma igreja ou não, fodam-se! Já vão se foder de qualquer jeito, ou não teriam se casado. E eu falo foder nos dois sentidos do termo - muito mais no sentido figurado que no sentido literal, para falar a verdade). Não deveria haver nenhuma intromissão do Estado nisso. Mas, alas! Não vivemos num mundo ideal!

Vivemos em um mundo onde é fácil matar crianças e dificil dois gays se casarem. Este é o mundo em que vivemos.

17 juin, 2008

Classé dans : Le moins imparfait de tous les mondes imparfaits — jorgenobre @ 22:05

O presidente francês Nicolas Sarkozy apresentou nesta terça-feira sua política de defesa, em meio a protestos em todo o país contra as propostas do governo de flexibilização da legislação que limita a jornada semanal de trabalho em 35 horas. Pelo novo projeto, o número de horas de trabalho e as compensações serão decididas em negociações dentro de cada empresa.

Para a direita, a semana de 35 horas, instaurada pelos socialistas, representa um obstáculo para a competitividade da economia. Sarkozy assegurou que a semana de trabalho continuaria de 35 horas, mas prometeu que iria suspender os entraves para as horas-extras.

Entendeu? Não?

Mas é simples: quem quiser trabalhar mais que 35 horas terá (teria, melhor dizendo, não se sabe se essa reforminha mixa do direitista mixo Sarkozy será aprovada) esse direito. Como está, não tem esse direito.

A parte dura de entender é outra: como é que os que não deixam os trabalhadores trabalharem mais para ganharem mais podem ser chamados de amigos dos trabalhadores?

14 juin, 2008

Oh, Tricolor!

Clube bem amado!

Oh, Tricolor! dans Hommage à  DGR globais

13 juin, 2008

Aborto é pior que corrupção.

Classé dans : Aborto é pior,Polí­tica para quem precisa de polí­cia — jorgenobre @ 14:33

Eu gostaria de saber quantos morreram por causa de um político corrupto ou acusado de ser corrupto.

Adhemar de Barros nunca matou ninguém.

Tampouco mataram alguém Maluf, Newton Cardoso, Jader Barbalho ou Joaquim Roriz.

José Dirceu? Bem, ele deve ter sido treinado para matar em Cuba. Junto com outros terroristas. Mas eu acho que não é responsável pela morte de ninguém.

Claro, se José Dirceu tivesse sido, além de tudo, um assassino, seria chamado jovem idealista que na maturidade se corrompeu. Idealismo, era o que gente como José Dirceu fazia, só que sem ganhar dinheiro, sabem?

Assassinato, para certas pessoas, tem outro nome.

Mas vamos voltar ao assunto principal: o fato é que aborto é pior que corrupção. Ainda se pode argumentar que a corrupção ajuda a manter várias clínicas clandestinas de aborto.

Mesmo assim, o fato é que a corrupção não é assassina por definição. Como o racismo não é assassino por definição. Quem aceita suborno ou desvia verbas não quer matar crianças. Quer ganhar dinheiro.

Quem defende o aborto legalizado quer… o que? Matar crianças sem dá dinheiro a corruptos?

Se for isso, e provavelmente é, então eu só posso concluir que quem defende o aborto legalizado é pior que qualquer corrupto. O corrupto pode pelo menos cumprir sua obrigação e salvar as vidas das crianças, se a Igreja Católica cumprir sua obrigação e suborná-lo.

Não é muito melhor isso que um idealista que, muito honestamente, sem colocar um puto no bolso, defende o assassinato de crianças?

12 juin, 2008

Is Iraq better now? Is it Better than it was five years ago?

Well, há cinco anos o Iraque tinha um ditador que tiranizava seu povo, mas estaria disposto a se aliar aos americanos para impedir que o Irã tivesse a bomba atômica. Hoje, o Iraque tem um governo que não tiraniza seu povo (pelo menos, não os membros das tribos que estiverem no poder, e talvez não tiranize os outros a ponto de torturá-los e massacrá-los. Talvez), mas não é besta de ajudar os americanos contra o Irã, ou contra qualquer outro povo.

Então, o que?

A guerra de Bush talvez tenha sido boa para a maioria dos iraquianos, mas foi ruim para os americanos. Se o Iraque não tivesse sido invadido, se Saddam ainda estivesse no poder, seria mais fácil ou mais difícil impedir que o Irã tivesse uma bomba atômica? Para mim, seria mais fácil. E mais importante que democratizar o Oriente Médio é impedir que os terroristas tenham armas nucleares. Isso ficou mais difícil. Portanto a guerra foi um erro.

9 juin, 2008

VEJA, direita do meu cu!

Para mim, quem é de direita não publica um texto desses, não senhor!

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